Vou apresentar pra vocês
Uma coisa impressionante
O poder do tabagismo
Veja como é desgastante
Agride o nosso planeta
E também seu habitante.
A natureza agradece
O seu bom entendimento
Eu quero neste poema
Prestar-lhe um conhecimento
Dos males do tabagismo
E esperar procedimento.
Sabe aqueles incêndios
Que queimam sem compaixão?
Muitos são frutos do tal
Do conhecido piolão
Que são jogados à toa
Acesos como um tochão.
Sejam “chepas” ou “bitucas”
Assim também são chamadas
As piolas, oh! meu povo,
Quando elas são jogadas
Numa beira de estradas
Provocam muitas queimadas.
Uma ponta de cigarro
Em área de preservação
Se for jogada acesa
Mesmo sem ter a intenção
Provoca em mata seca
Uma grande queimação.
Também tem outro efeito
Pelo cigarro causado
O acúmulo do piolão
Que nas águas é jogado
Causa um grande impacto
É caso de ser pensado.
O fumo é prejudicial
Você pode ter certeza
Para o homem e o planeta
Você não sabe a grandeza
Do suicídio do campo
Por causa dessa moleza.
Moleza do ser humano
Por não querer evitar
O vício do tabagismo
Vai com o homem acabar
O seu habitat e seu corpo
E um deserto deixar...
Nelcimá Morais
domingo, 20 de março de 2011
Outros malefícios do tabaco
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Charges expostas na campanha contra o tabagismo em J. Pessoa - PB
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Campanha de combate ao fumo
A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) realizou durante toda a manhã e início da tarde de terça-feira (15 de março), o Dia Estadual de Combate ao Fumo, no Ponto de Cem Réis, na Capital. O evento foi realizado através de uma parceria entre as Secretarias de Saúde do município e estado, chamando a atenção de quem passava pelo local. O objetivo foi sensibilizar fumantes e não fumantes quanto aos malefícios causados pelo cigarro.
No evento foram disponibilizados estandes com orientações educativas, onde foram distribuídos materiais informativos sobre como combater o tabagismo. Numa estande estavam as irmãs Inajara Morais,que confeccionou um mapa da Paraíba com cigarros, e Nelcimá Morais, produtora do cordel "O veneno da humanidade e distribuído aos visitantes.
Cordel apresentado nas postagens anteriores
Você meu caro fumante
Preste-me bem atenção
Precisa deixar esse vício
Poupar o seu coração
Use a sua consciência
E contribua com a nação.
O povo do seu convívio
Vai muito lhe agradecer
Porque você não sabia
Mas agora eu vou dizer
Todos também são fumantes
Se com você conviver.
Engolem muita fumaça
Quando você vai fumar
Ela contamina tudo
E no pulmão vai ficar
É de fumante passivo
Que o médico vai chamar.
Seja o marido ou mulher
A irmã ou o irmão
Pode ser também um filho
Ou então um amigão
Essa fumaça maldita
Vai desgraçar seu pulmão.
A vida é o bem maior
Que nosso Deus pode dar
Não desperdice esse prêmio
Faça ele frutificar
Deixe o cigarro de lado
E sua vida vai mudar.
São muitas as substâncias
Para o cigarro formar
Venenos e mais venenos
Procure se informar
Aqui vou citar alguns
Pra você observar.
Entopem as veias do corpo
Vão muito prejudicar
As suas pernas, afirmo,
Podem até paralisar
Ponte safena, infarto,
Você pode enfrentar.
A nicotina, não sabe?
Tem um poder infernal
Atua da mesma forma
Que a cocaina atual
Torna você dependente
É bem prejudicial.
Tem monóxido de carbono
Que faz o ser reduzir
A oxigenação dos tecidos
E no sistema vai agir
É no sistema nervoso
Que o grande mal vai surgir.
Tem outra propriedade
Chamada de alcatrão
Sabe onde ela vai ficar?
Acumula-se no pulmão
Também provoca doenças
Vascular e ulceração.
Quem não conhece a pólvora
Que faz uma coisa queimar?
A 900°C
Sua brasa vai chegar
Isso é fácil de se ver
Quando você vai tragar.
Para queimar um cigarro
Ela tem utilização
Mas você observe
Também a sua maldição
Vai irritar sua garganta
E também o seu pulmão.
A tal da naftalina
Que é nossa conhecida
É resíduo de petróleo
E usada pra inseticida
Contida em plástico, solvente
E também em fungicida.
Formol, outra substância
Que só faz prejudicar
Meu irmão, tenha certeza
Que no cigarro vai estar
Fere os brônquios e laringe
Traz doença pulmonar.
O chumbo nele contido
Você pode se informar
É substância ativa
Eu também fui pesquisar
Está contida nas tintas
Para o cabelo pintar.
Secretaria da Saúde
É órgão incentivador
Apóia quem quer parar
Com o vício tentador
Procure a ajuda dela
Pra esse dilacerador.
Cada órgão do nosso corpo
Cuidado merece ter
Mas com nossa teimosia
Castigado sempre vai ser
Meu irmão e minha irmã
Nós temos que aprender.
Conforme a sua vontade:
Querer parar de fumar
Existe um 0800
Que você pode ligar
Tem posto de atendimento
Prestes a lhe ajudar.
Dedico este cordel
Ao jovem pré-adolescente
Porque é nesse período
Quase que inconsciente
Que inicia seu vício
Poluindo a sua mente.
Brincando de prova-prova
Vai o cigarro provar
Não sabe que tem o risco
De dependente ficar
Depois é muito difícil
Desse maldito largar.
Ao velho pai de família
E à mãe, preste atenção!
Calcule o dinheiro gasto
Para esse fumação
Está tirando da boca
O alimento do filhão.
Se você me entendeu
Agora vai se alertar
Com toda esta informação
Eu só queria deixar
Uma pequena semente
Que em você vai brotar.
Nelcimá Morais.
J. Pessoa/PB
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Cordel na INTERNET
As cordelistas Dalinha Catunda e Rosário Pinto, autoras do blog "Cordel de Saia", cujo trabalho é belíssimo e de grande importância para a nossa cultura, reuniram versos de vários poetas com o tema "Cordel na Internet". O resultado foi de excelência. Vejam:
Filho amado da mente nordestina,
Sempre teve o cordel grande sucesso.
Cavalgando no dorso do progresso,
Mas fiel à escola leandrina
Muitas vezes saiu da oficina,
Em notícia de impacto social.
Foi aí que o cordel se fez jornal,
Na linguagem padrão e não matuta,
Sendo a modernidade absoluta
Pode e deve o cordel ser virtual.
(Gonçalo Ferreira - Ipu/CE)
*
A internet chegou
Como grande aliada
Pro cordel abriu estrada,
E o cordelista gostou
No virtual apostou
E com tecnologia
Espalhou sua poesia
Por este mundo global
Onde o cordel tem aval
Nesta metodologia.
(Dalinha Catunda – Ipueiras/CE)
*
O cordel hoje é manchete.
Está na mídia virtual.
Antes, ele foi oral.
Passou pelo ofsete.
Namora com a internet.
Hoje, com tranquilidade,
Mostra versatilidade,
Dela tira seu proveito,
Tem com ela laço estreito.
Brinca, qual marionete.
(Rosário Pinto – Bacabal/MA)
*
O cordel tem esse jeito
De caminhar sem cair
E também de exibir
Seu talento e respeito
Mostrando com muito jeito
O saber da paciência
Alertando a consciência
Da grandeza cultural
Agora também virtual
Mantém sua coerência.
(Chico Salles – Souza/PB)
*
Pra quem procura por perto
Morada pra poesia,
Pode dizer com alegria
Que encontrou lugar certo:
A net é espaço aberto
Pra o poeta versejar
E em verso desafiar
Os quatro cantos do mundo,
Numa fração de segundo,
Sem sair do seu lugar.
(Nezite Alencar – Crato/CE)
*
O cordel na internet
Ganhou vez, voz e espaço
Internautas num abraço
Fizeram dele, vedete
Nos sites virou manchete
Nos blogs ganhou mais fama
Feliz, não mais se reclama
Nem teme o anonimato
Reconhecido de fato
Toda a rede lhe proclama.
(Josenir Lacerda-Crato/CE)
*
Graças à tecnologia
Tudo tem novo valor
Abra o seu computador
E poste a sua poesia
Aquela... que ninguém lia
E nesse mundo virtual
Com linguagem digital
O mundo vai percorrer
E você vai agradecer
A esse espaço genial.
(Nelcimá de Morais – Santa Luzia/PB)
*
O cordel na internet
É uma necessidade
Pela dificuldade
De expor nosso trabalho
Uma vaca sem chocalho
Ninguém sabe onde está
Precisamos propagar
Costumes e tradição
Deixe o corisco e o trovão
Explodir no meio do mar.
(Ivamberto Albuquerque-Alagoa-Grande/PB)
*
Está na universidade
Aqui e em outras nações,
Falando das tradições
Pra gente de toda idade;
Invadiu sertão, cidade
Cresceu e virou manchete
Qualquer assunto reflete
De forma mais verdadeira
Ultrapassou a fronteira
E brilha na internet !
(Bastinha Job – Santo Amaro Assaré/CE)
*
Quem pensa que folhetos de papel
E impressão com rasteira qualidade
É a forma, com exclusividade,
De se ver publicado o cordel
Não percebe que o grande carrossel
Deste mundo não para de girar.
O cordel, para se modernizar,
A mudança do mundo ele reflete,
Foi assim que o cordel na internet
Começou, de repente, a se espalhar.
(Marcos Mairton – Fortaleza /CE)
*
Para mim que sou do tempo antigo
INTERNET parece coisa estranha,
Porém, sei com ela o cordel ganha
Asas pra voar e, sem perigo,
Se nas feiras ontem tinha abrigo
Hoje tem por cliente o mundo inteiro,
Professor, estudante, oficineiro
Podem ler o cordel a qualquer hora
Por isso o cordel se faz agora
Acessível a todo brasileiro.
(Manoel Monteiro da Silva – Bezerros/PE)
*
Os versos de artistas tão tradicionais
Aderaldo, Patativa e também Azulão
Botado em livreto, pendurado em cordão
Prática que fez dos cordéis os jornais
Mais lidos nas feiras e também nos quintais
Hoje, esse costume ficou rarefeito
E apesar do verso se manter perfeito
É mais lido na tela de um computador
Na tal da internet veio com clamor
Adeus ao papel! Danou-se! Tá feito
(Ricardo Aragão – Ipu/CE)
*
Com o cordel na internet
Vislumbro a oportunidade
De quem faz e não promete
Viver na modernidade
E com personalidade
Mostrar a nova feição
Sem fugir à tradição
Dessa fonte cultural
Com a forma original
Para a sua criação
(Zé Walter [José Walter Pires] – Brumado/BA)
*
Publicar virtualmente
Um cordel, hoje é possível
A tecnologia é incrível
E está dando patente
A quem antes era ausente
Da cintilância da fama,
A internet é a cama
Pra o poeta deleitar
Conhecer e publicar
Essa arte que o Brasil ama.
(Raul Poeta – Juazeiro do Norte/CE)
*Com a chegada da Internet
O cordel ganhou mais vida.
Agora não tem saída
Nós vamos pintar o sete
Na TV, rádio, manchete
Em qualquer lugar fecundo
Nosso versejar profundo
Estará mais que presente
Alegrando a toda gente
No Brasil e além mundo.
(Antonio Barreto - BA)
*
Gostaria de opinar sobre o tema
A respeito do cordel na Internet
Acho que a cada cordelista compete
Divulgar beira-mar, mourão poema
Afinal, dos versos, todo o sistema
Entendo que o cordel é soberano
Mostremos para o mundo novo plano
Se se afastar muito do passado
Lembremos cada vate renomado
Nos dez pés do martelo alagoano
(Antônio de Araújo Campinense - Campina Grande/PB)
*
O livreto pendurado
Em cordão numa barraca
Já é visão meio fraca
Que faz lembrar o passado.
Hoje muito divulgado
Em diferentes canais,
Nos saraus, em recitais
Recebe aplausos, confete
O cordel na internet
Cresce cada dia mais.
(Creusa Meira – BA)
*
Quando vi em plena feira
um cabra se esgoelando
bonitos versos cantando
fiquei ali de bobeira.
Ele desceu da cadeira
e ficou a me olhar
parecendo advinhar:
"Menino, você promete,
o Cordel na internet
sua vida vai mudar".
(José Alberto Costa – Maceió/AL)
*
Com a inclusão digital,
Um novo leque se abriu
E dentro dele surgiu
O poeta virtual.
Acessando esse portal,
O poeta usa um teclado.
Que corrige o verso errado,
Lapida, cola e copia.
Salve a tecnologia
E o Cordel modernizado!
(Damião Metamorfose)
*
Antes do computador
Tínhamos fragilidades,
Hoje nas comunidades
O cordel tem mais valor.
Cordelista ou cantador
Quando um cordel escrevia,
Era só ele quem lia,
O caderno amofumbava.
Uma parte o mofo dava,
A outra, a traça comia.
(Eduardo Viana)
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O valor da familia



Numa viagem ao sertão
Resolvi aproveitar
Pra reviver meu passado
E parentes visitar
Um sentimento saudoso
Vivia a me atormentar.
Era um tempo de criança
Que pelos sitios vivia
Degustar a natureza
Eu sempre ali pretendia
E sempre ia escolher
A casa da minha tia.
Na casa de tia Joana
Eu era bem acolhida
Ela tinha muitos filhos
E também uma simples vida
Era um povo amoroso
Mas sofreu muito na lida.
Brincava, subia serra
Apanhava algodão
Gostava de rios, açudes
Meu passeio não era em vão
Nas férias, primos e primas
Refrescavam meu coração.
Como tudo nesta vida
Tende a se transformar
Eu cresci e me casei
Também longe fui morar
Me ausentei desse povo
Nunca mais fui visitar.
Ficamos bem afastados
A vida nos separou
Mas uma coisa eu guardei
Os vestigios do amor
Ali eu fui bem amada
Com as bênçãos do Senhor!
Hoje moram numa cidade
Deixaram a zona rural
Chamada de Ipueiras
Uma morada legal
Tem vida diferente
Mas nunca vai ser igual.
Agora nessa visita
Muita coisa relembrei
Passaram-se vários anos
Mas minha tia encontrei
É lembrança do meu pai
Que eu sempre guardarei.
Um beijo saudoso!
Nelcimá Morais
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
FEIRA INTERNACIONAL DO LIVRO DA PARAIBA
PARTICIPAÇÃO DA ESCRITORA E POETISA MARINA COLASSANTI
foto minha
foto minha
As demais fotos foram retiradas da INTERNET 


Local: Fundação Espaço Cultural da Paraíba
O I Salão Internacional do Livro da Paraíba é promovido pelo Governo do Estado, Sebrae e Associação Nacional de Livrarias (ANL), com apoio cultural do Ministério da Cultura (MinC), Bibliotecas Braille & Comunitárias, Academia Paraibana de Letras (APL), Fundação Bradesco e Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
Além de bons romances, havia também um estande exclusivo de cordéis, e outro com miniaturas de livros que é a ‘salvação da pátria’ para quem quer presentear um amigo ou a namorada.
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sábado, 1 de janeiro de 2011
Cordel do Ano Novo
Cada ano que se encerra
Na mente do ser humano
Deixa um recém nascido
Nutrido de muitos planos
Sobre o ano aposentado
O povo entusiasmado
Sauda o novo ano.
É um que vai se entregando
Meia-noite é transição;
É quando outro ano nasce
Em plena comemoração
A luz acaba o escuro
Focalizando o futuro
Alentando a ilusão.
Cada um, sua razão
De chorar ou de sorrir
Por valores que perdeu
Ou não pode conseguir
Outros tanto conseguiram
Mas, todos já aderiram
Ao ano que há de vir.
Cada um sabe de si
Da perda e também da glória
Leva consigo do velho
Uma lista na memória
Munido de substâncias
Desafia as circunstâncias
Para compor sua história.
Se a colheita foi simplória
Ou abundante demais
Cada um que pede a Deus
Nos milagres que ele faz:
Amor, dinheiro e saúde
Sucesso, força e virtude
Vida, união e paz.
Como a caatinga faz
Sobretudo, o juazeiro
Renova sua folhagem
Pra a chegada de janeiro
Que seja assim nosso povo:
Na busca de um mundo novo
Vista um sonho verdadeiro.
E peça muito ligeiro
à sagrada providência
Que dê ao povo, saber
E aos políticos, consciência
Para o povo poder
Exigir e eleger
O combate a violência.
Comece a benevolência
De educar para a vida
Respeitar, compreender
Inventar alternativa
Aprender com a natureza
E trabalhar com destreza
De maneira criativa.
Deletar essa inventiva
De um tal de papai Noel
Este ilude as crianças
Dizendo que vem do céu
Nessa proposta indecente
Os pais é que dão presente
Ele que ganha o troféu.
Basta tirar este véu
Que encobre a imagem pura
Há tantos heróis de fato
Na nossa literatura
Que pintam a realidade
Com sonhos que na verdade
Acontecem com ternura.
Até porque essa usura
Que a propaganda faz
Desconsidera o prestígio
De quem se esforçou demais
Em dimensão regular
Nunca se deve ocultar
O heroísmo dos pais.
No tocante aos ideais
Façamos grande investida
Provando a capacidade
Da nossa força contida
Com feito sério e profundo
Vamos sacudir o mundo
Buscando os sonhos da vida.
Pedir bastante juízo
Ao pai de todo esse povo
Para um pensar coletivo
Sem curral e sem estorvo
Que a vida seja uma escola
Sem precisar de esmola
Na passagem de ano novo.
Fazer o menino novo
Entender isso ligeiro
Que a força do coração
É que traz bom companheiro
E torna tudo contente
Que o valor de um presente
Não se mede com dinheiro.
O poeta mensageiro
Com grande satisfação
Deseja muito sucesso
A toda essa nação
Tenha um feliz ano novo
Sentindo a alma do povo
E muita paz no coração.
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Feliz 2011 para todos nós. Muita poesia, paz sucesso, amor. Um abraço de NELSÃO..
J. Pessoa-PB
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