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quarta-feira, 21 de maio de 2008

LITERATURA DE CORDEL

A literatura de cordel, criação de poemas em versos publicados em folhetos, é um dos filões mais ricos da cultura popular. Com o seu estilo particular, o cordelista faz na sua composição poética uma mistura de fato e ficção. Relata os fatos com poder de criação e liberdade de expressão de cada poeta.
“Essa poesia caminha inexoravelmente para a absolescência. à medida que as tradições rurais vão sendo engolidas pelas novas modalidades da arte popular urbana trazidas pelos modernos meios de comunicação de massa – o rádio, a televisão, o cinema – não Snecessita de muletas, nem de caridade. Anda por seus próprios pés. Possui técnicas e excelências nada desprezíveis e por vezes surpreende o poeta cultivado não só pela diretidade de sua linguagem, como pela sutileza e achados imprevistos”.Campos. 1988, p. 257.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Literatura de cordel

A literatura de cordel é um dos veios mais abundantes da cultura popular. Sua história inicia-se na Idade Média e no Renascimento com o romanceiro luso-espanhol.
No mundo antigo, a escrita se organizava de forma rítmica e repetitiva. Eram usados refrões na elaboração de documentos, nos rituais, na composição de hinos com a intenção de facilitar a compreensão e memorização de seus conteúdos. A poesia em língua portuguesa surge no final do século XI. A poesia palaciana apresenta seu próprio ritmo e melodia, obtidos a partir da métrica, da rima, das sílabas tônicas e átonas.
Trazida pelos portugueses, a Literatura de cordel chegou ao Brasil desde o início da colonização. Foi através deles que a poesia trovadoresca difundiu-se pelo nosso país. Os folhetos brasileiros começaram a ser impressos na metade do século XIX, despontando com suas características próprias e se incorporando ao regional e ao folclórico.